Depois de ganhar escala nacional no setor automotivo por meio do franchising, fundador da Maxymus inicia um novo ciclo e aposta em tecnologia, inteligência comercial e no modelo Partners para construir um novo ecossistema de expansão.
Depois de utilizar o franchising para escalar um negócio no mercado automotivo, Ycaro Martins quer provar que consegue fazer novamente. Desta vez, porém, a ambição é maior: em vez de construir apenas uma grande rede, o empresário quer criar um ecossistema capaz de participar da expansão de várias delas. À frente da Maxymus, Martins inicia um novo ciclo com uma meta definida para os próximos 12 meses: posicionar a companhia como o maior ecossistema de expansão da América Latina e conectar entre 500 e 1.000 Partners.
A estratégia envolve uma transformação da própria Maxymus. A empresa, antes associada à estruturação e expansão de negócios, passa a assumir um novo posicionamento como Sales Tech do franchising, integrando tecnologia, dados, inteligência artificial, marketing, CRM e operação comercial em uma mesma estrutura. O próximo estágio dessa tese é o Maxymus Partners, projeto criado para aproximar empresários, conhecimento, capacidade de execução, capital e marcas com potencial de crescimento. Para entender por que Martins acredita ser possível construir esse ecossistema, entretanto, é preciso voltar alguns anos.
Uma transformação que começou no automotivo
Antes de falar sobre tecnologia ou sobre seu próximo negócio, Martins costuma retornar a uma ideia que acompanha sua trajetória: grandes oportunidades empresariais frequentemente começam pela identificação de problemas aparentemente comuns. Foi observando uma dessas ineficiências que começou uma das fases mais importantes de sua carreira. Vender um veículo usado no Brasil era, para muitos consumidores, uma experiência cercada de insegurança, burocracia, perda de tempo e assimetria de informação.
A resposta encontrada pelo empresário foi desenvolver uma nova dinâmica de intermediação. O que começou como uma tentativa de melhorar uma experiência existente acabou se transformando em modelo de negócio e, posteriormente, em uma operação escalada por meio do franchising. Essa trajetória deu origem à Vaapty, marca fundada por Martins que ganhou presença nacional ao conectar proprietários interessados em vender seus veículos a compradores profissionais.
Para Ycaro, porém, o principal aprendizado daquela experiência não está apenas no setor automotivo. Está na capacidade de identificar uma ineficiência, construir um processo capaz de resolvê-la e transformar esse processo em algo replicável. “Eu nunca enxerguei inovação como inventar alguma coisa mirabolante. Para mim, inovar é melhorar algo que já existe. Foi assim no automotivo e é exatamente dessa forma que estou olhando agora para o mercado de expansão.”
Foi também no automotivo que Martins aprofundou sua relação com o franchising. O modelo permitiu transformar uma operação em rede, levando marca, processos e conhecimento para diferentes mercados. Ao mesmo tempo, a experiência como fundador e operador colocou o empresário diante de um novo problema: vender franquias é apenas uma parte do processo de expansão de uma empresa.
O franchising depois da venda da franquia
Para Martins, um dos equívocos existentes no mercado está em tratar expansão como sinônimo de venda de franquias. Uma empresa pode comercializar novas unidades e, ainda assim, não estar verdadeiramente preparada para crescer. Expansão sustentável exige uma combinação mais complexa: produto validado, margem, processos, tecnologia, marketing, capacidade comercial, seleção adequada de parceiros, treinamento, gestão e acompanhamento de indicadores precisam funcionar de maneira integrada.
“Vender uma franquia não significa expandir uma empresa. Você pode vender cem unidades e criar cem problemas. Expansão acontece quando conseguimos replicar resultado, cultura, processo e experiência.”
Essa percepção se tornou um dos pilares da Maxymus. A empresa começa agora a entrar em um novo estágio de posicionamento que Martins considera determinante para os próximos anos. A intenção é transformar a Maxymus em uma Sales Tech especializada no mercado de franchising, colocando tecnologia e inteligência comercial no centro da estratégia de expansão.
Da expansão à Sales Tech do franchising
Sales Tech é um conceito associado à aplicação integrada de tecnologia, dados, automação e inteligência aos processos comerciais. Na prática, significa utilizar tecnologia não apenas como ferramenta de apoio às vendas, mas como parte da infraestrutura responsável por organizar, medir e aumentar a eficiência de toda a operação comercial.
Aplicado ao franchising, Martins acredita que o conceito pode representar uma evolução importante para um setor no qual diferentes etapas da expansão ainda funcionam, muitas vezes, de maneira fragmentada. A proposta da Maxymus é conectar essas etapas dentro de uma mesma inteligência operacional, reunindo aquisição de demanda, mídia, CRM, automação, inteligência artificial, pré-qualificação, SDRs, closers, gestão de funil, acompanhamento de indicadores e inteligência comercial.
A mudança não é apenas de nomenclatura. Representa uma transformação mais profunda no modelo de negócio. A Maxymus deixa de se posicionar simplesmente como uma empresa que auxilia marcas na comercialização de franquias e passa a construir infraestrutura comercial e tecnológica para expansão.
“Nós não queremos ser mais uma empresa de expansão. Estamos construindo uma Sales Tech do franchising. Tecnologia, dados, inteligência artificial, marketing e vendas precisam funcionar dentro da mesma máquina. Quando você integra tudo isso, a expansão deixa de depender apenas do talento individual de um vendedor e começa a ganhar processo, inteligência e previsibilidade.”
Para Martins, o movimento acompanha uma transformação maior do próprio mercado. Durante muito tempo, empresas especializadas em expansão concentraram grande parte de seus esforços na geração de leads e na atuação comercial. A tecnologia permite avançar para outro estágio, no qual praticamente toda a jornada pode ser acompanhada e interpretada por dados.
Isso significa entender de onde surgiu determinado candidato, quanto custou sua aquisição, como ele avançou pelo funil, quais características aumentam sua probabilidade de conversão, onde estão os gargalos comerciais e quais canais, campanhas e perfis produzem melhores resultados. A inteligência artificial acrescenta uma nova camada a essa estrutura, principalmente em atividades como atendimento inicial, organização de informações, qualificação, produtividade comercial e análise de dados.
“O mercado não precisa simplesmente de mais leads. Precisa de inteligência para saber quais oportunidades perseguir, como abordá-las, quando avançar e por que uma venda aconteceu ou deixou de acontecer. É aí que tecnologia começa a mudar a economia da expansão.”
Essa visão também altera a relação da Maxymus com as marcas. Em vez de atuar apenas no momento da comercialização de uma franquia, a proposta é participar da construção de uma máquina capaz de sustentar o crescimento. É justamente dessa evolução que surge o próximo passo da tese.
A próxima fronteira: Maxymus Partners
Se a Sales Tech resolve parte da infraestrutura necessária para uma marca crescer, Martins acredita que ainda existe outro gargalo importante no mercado brasileiro. De um lado estão empresas com potencial e capacidade de expansão. Do outro estão empresários com capital, experiência, relacionamento e interesse em participar de novos negócios. Entre essas duas pontas ainda existe uma distância relevante.
É nesse espaço que surge o Maxymus Partners. O projeto representa uma evolução da tese construída pela Maxymus. Em vez de enxergar o empresário exclusivamente como alguém que compra uma franquia e passa a operar sozinho uma unidade, o Partners pretende ampliar as possibilidades de conexão entre empresários e negócios estruturados para crescimento.
A ideia é criar um ambiente em que marca, empresário, capital, conhecimento, tecnologia, relacionamento e gestão façam parte da mesma arquitetura de expansão. “Existe muito capital procurando bons negócios e existem excelentes empresas que não conseguem crescer na velocidade que poderiam. Muitas vezes, o que falta não é dinheiro. Falta conexão, estrutura e execução.”
Essa é uma das teses centrais do Partners. O projeto não pretende substituir o franchising tradicional. Pelo contrário. Martins considera o franchising uma das ferramentas mais eficientes de distribuição de empreendedorismo e expansão empresarial. O objetivo é acrescentar uma nova camada a esse mercado, aproximando a capacidade de expansão das marcas de diferentes perfis de empresários e investidores.
Do franqueado ao Partner
Historicamente, boa parte da indústria de franquias foi construída sobre uma relação bastante definida: de um lado está a franqueadora; do outro, o franqueado. O Partners nasce a partir de uma pergunta: essa precisa ser a única maneira de conectar empresários a marcas em expansão?
Martins acredita que o próximo ciclo do setor poderá ser marcado por estruturas mais flexíveis, capazes de aproximar diferentes perfis de empresários de diferentes oportunidades empresariais.
“Nem todo mundo que possui capital quer comprar uma franquia e trabalhar dentro dela todos os dias. E nem toda marca que precisa crescer necessita simplesmente colocar mais um franqueado na rede. Existe um espaço enorme entre essas duas pontas.”
É justamente nesse espaço que a Maxymus pretende atuar. O conceito busca aproximar a capacidade de expansão do franchising de elementos encontrados em ambientes de investimento, advisory, gestão e construção empresarial. A intenção é diminuir atritos e criar um ecossistema no qual empresários possam acessar oportunidades estruturadas, enquanto marcas tenham acesso não apenas a capital, mas também a conhecimento, relacionamento e capacidade de execução.
Uma ambição latino-americana
A mudança de posicionamento da Maxymus não foi desenhada apenas para criar uma nova frente de atuação. Martins enxerga o movimento como o início de um novo ciclo de escala. Depois de construir sua trajetória no mercado automotivo e utilizar o franchising como ferramenta para levar um modelo de negócio a diferentes regiões do país, o empresário pretende aplicar parte do repertório acumulado na construção de um ecossistema de expansão de maior alcance.
A meta estabelecida para os próximos 12 meses é ambiciosa: posicionar a Maxymus como o maior ecossistema de expansão da América Latina e reunir entre 500 e 1.000 Partners conectados à plataforma. Mais do que quantidade, Martins afirma que a meta representa o potencial de formação de uma rede de empresários, founders, executivos e investidores capazes de compartilhar capital, conhecimento, relacionamento e oportunidades.
“Eu já vivi o que significa pegar um modelo, estruturá-lo e ganhar escala através do franchising. Agora a visão é maior. Queremos construir, nos próximos 12 meses, o maior ecossistema de expansão da América Latina, conectando de 500 a 1.000 Partners. Não estamos falando simplesmente de colocar mil pessoas em uma comunidade. Estamos falando de criar uma rede de capital, inteligência, relacionamento e capacidade de execução.”
A ambição também ajuda a explicar por que a tecnologia ocupa uma posição tão relevante no projeto. Uma estrutura que pretende conectar centenas de empresários, diferentes marcas e múltiplas oportunidades precisa ser construída sobre dados, processos e inteligência.
“Quando você pensa em centenas de Partners, diferentes marcas e oportunidades acontecendo simultaneamente, isso não pode depender de planilhas, percepção ou processos desconectados. Precisa existir tecnologia por trás. A Sales Tech é o motor. O Partners cria a rede. E a Maxymus conecta esse ecossistema.”
A estratégia passa por três dimensões que se complementam: a Sales Tech organiza e dá inteligência à máquina de expansão; o Partners conecta empresários, conhecimento, relacionamento e capital; e a Maxymus funciona como o ecossistema capaz de integrar essas pontas.
Smart money aplicado à economia real
Martins utiliza um conceito conhecido no ambiente de investimentos para explicar outra parte da lógica do Partners: smart money. Dinheiro inteligente não representa apenas capital. É capital acompanhado de repertório, relacionamento, estratégia, acesso e capacidade de execução.
No contexto da Maxymus, a intenção é transportar parte dessa lógica para negócios da economia real. “Se duas pessoas colocam o mesmo capital em uma empresa, mas uma delas traz mercado, experiência, relacionamento e capacidade de execução, aquele dinheiro deixa de valer apenas o que está escrito no cheque. Ele passa a carregar inteligência.”
Por isso, o Partners pretende aproximar diferentes perfis de empresários, founders e executivos. A tese é que uma rede formada por pessoas com experiências complementares pode produzir algo que dificilmente seria criado por participantes isolados. Mais do que reunir oportunidades, Martins quer construir uma comunidade empresarial orientada para crescimento e geração de valor.
Investimento versus retorno: mudar a lógica da conversa
Outra transformação defendida pelo empresário está na maneira como oportunidades de negócios são avaliadas. Durante anos, grande parte da comunicação do franchising foi construída a partir de uma pergunta simples: quanto custa abrir uma franquia?
Martins considera o investimento inicial uma informação fundamental, mas insuficiente para definir a qualidade de uma oportunidade. Para ele, a pergunta mais relevante é outra: qual é a capacidade desse capital de produzir valor?
Essa mudança altera a lógica da análise. Uma oportunidade com menor investimento não necessariamente representa uma decisão melhor. Da mesma maneira, um negócio que exige mais capital não é automaticamente menos atrativo. É preciso analisar a relação entre capital empregado, risco, capacidade de geração de caixa, estrutura operacional, mercado, escalabilidade e horizonte de retorno.
“Preço de entrada sozinho não define oportunidade. Capital precisa ser analisado pela capacidade que possui de gerar resultado. O empresário precisa parar de comprar preço e começar a comprar tese.”
Essa visão ocupa posição central no conceito do Maxymus Partners. A intenção é elevar a conversa de uma simples comparação entre taxas de franquia e investimentos iniciais para uma discussão mais ampla sobre construção e multiplicação de valor.
Desburocratizar sem eliminar governança
Martins também faz uma distinção importante quando fala em desburocratizar o mercado. Simplificar não significa retirar critérios. Na sua visão, quanto mais simples for a experiência do empresário, mais sofisticada precisa ser a estrutura que existe por trás dela.
Análise dos negócios, critérios jurídicos, governança, indicadores, acompanhamento, tecnologia e processos precisam funcionar antes que uma oportunidade seja apresentada. “Eu quero simplificar a vida do empresário, não simplificar a análise do negócio. São coisas completamente diferentes. Na frente, simplicidade. Por trás, processo, tecnologia, governança e inteligência.”
Essa lógica resume parte importante da nova fase da Maxymus: criar uma experiência mais simples para o empresário sem abrir mão da profundidade necessária para analisar e estruturar cada oportunidade.
Tecnologia não substitui gestão. Ela multiplica gestão
A inteligência artificial também ocupa posição importante nessa estratégia. Para Martins, porém, existe exagero na maneira como parte do mercado vem tratando a tecnologia. IA não corrige um modelo de negócio ruim, não cria margem onde não existe margem e não transforma uma operação desorganizada em uma empresa escalável apenas pela adoção de ferramentas.
Seu poder está em multiplicar estruturas que já possuem direção. Na Maxymus, tecnologia é pensada como infraestrutura para análise de dados, qualificação de oportunidades, automação, acompanhamento de jornadas, produtividade comercial e inteligência para tomada de decisão.
“A inteligência artificial não vai substituir o empresário. Mas o empresário que souber construir uma organização orientada por dados e IA terá uma vantagem enorme sobre aquele que continuar administrando apenas pela percepção.”
Essa visão ajuda a explicar por que a transformação da Maxymus em Sales Tech não está limitada à adoção de softwares. A tecnologia precisa produzir consequência prática na operação, aumentando produtividade, gerando informação, reduzindo desperdícios, melhorando decisões e permitindo que uma estrutura comercial cresça sem depender exclusivamente do aumento proporcional de pessoas.
A empresa precisa estar pronta antes de acelerar
Existe uma ideia recorrente na visão empresarial de Martins: escala não corrige problema. Escala problema. Uma operação sem processo pode sobreviver enquanto permanece pequena. Quando multiplicada, suas falhas também são multiplicadas.
Por isso, a tese da Maxymus começa antes da expansão. Produto, margem, operação, posicionamento, aquisição, comercial, liderança e gestão precisam conversar. “Crescer é relativamente fácil. Difícil é crescer sem destruir aquilo que fez a empresa chegar até ali. Minha obsessão hoje não é simplesmente expansão. É expansão com performance.”
Essa filosofia também está ligada à construção de uma estrutura executiva na Maxymus, com profissionais e especialistas capazes de agregar diferentes experiências ao processo de crescimento das marcas. A intenção é fazer com que a companhia seja percebida não apenas como fornecedora de um serviço específico, mas como uma plataforma de inteligência, tecnologia e expansão empresarial.
Da construção de empresas à construção de empresários
A transformação de Martins também aconteceu pessoalmente. Depois de anos concentrado na construção e expansão de operações, sua atuação começa a se ampliar para formação de empresários, desenvolvimento de lideranças, advisory, investimento e construção de novos negócios.
A lógica parte de uma convicção simples: empresas dificilmente escalam além da capacidade de quem as lidera. Por isso, sua nova fase passa a trabalhar simultaneamente dois ativos: o empresário e a empresa.
Enquanto iniciativas voltadas ao desenvolvimento de founders trabalham liderança, estratégia e capacidade de execução, a Maxymus concentra sua atuação na estruturação e expansão dos negócios. São caminhos diferentes que partem da mesma convicção: crescimento empresarial não acontece por acidente.
Prosperidade como propósito
Por trás da tecnologia, das franquias e dos novos modelos de expansão existe uma palavra que Martins repete com frequência: prosperidade. Sua definição, porém, vai além de faturamento.
“Meu objetivo não é construir uma empresa que simplesmente venda mais. Quero construir um ecossistema que gere prosperidade. Quando uma empresa cresce da maneira correta, ela gera emprego, desenvolve líderes, movimenta fornecedores, cria oportunidades e transforma famílias.”
Essa visão explica por que ele considera o Partners mais do que um novo produto da Maxymus. É uma tese de longo prazo. A ambição é formar uma comunidade de empresários capazes de participar da construção de diferentes negócios, compartilhar conhecimento, gerar conexões e multiplicar oportunidades.
Na visão de Martins, a prosperidade ganha força quando deixa de ser individual e passa a circular dentro de um ecossistema. “Eu acredito muito na construção de prosperidade. Não quero apenas colocar pessoas dentro de negócios. Quero conectar pessoas capazes de gerar valor umas para as outras. Quando um empresário cresce, emprega mais, compra mais, investe mais e desenvolve outras pessoas. Existe um efeito multiplicador.”
Da revolução automotiva à construção de um ecossistema
Ao revisitar sua trajetória, Martins identifica uma sequência que ajuda a explicar o momento atual. Primeiro, aprendeu a vender. Depois, a construir operação. Em seguida, a replicá-la. O automotivo mostrou o poder de transformar uma ineficiência de mercado em oportunidade. O franchising ensinou escala. A tecnologia trouxe velocidade e inteligência. A experiência como founder trouxe repertório. E a convivência com empresários mostrou que capital, sozinho, raramente resolve os problemas mais difíceis de uma empresa.
Agora, essas peças começam a convergir dentro da Maxymus. A Sales Tech representa a infraestrutura dessa nova fase. O Partners representa a ampliação da tese. A Maxymus representa o ecossistema que Martins pretende construir.
“Durante muito tempo eu construí empresas. Hoje quero construir empresários capazes de construir empresas e criar uma estrutura em que bons empresários encontrem bons negócios. Quando você conecta tecnologia, capital, conhecimento, execução e propósito, deixa de estar simplesmente vendendo franquias. Você começa a construir ecossistemas.”
Se a primeira grande transformação de Ycaro Martins aconteceu no automotivo e a segunda ganhou escala através do franchising, a terceira ainda está começando. Desta vez, o produto não é um carro e também não é simplesmente uma franquia.
É uma estrutura pensada para conectar tecnologia, capital, conhecimento e capacidade de execução em torno de uma mesma visão de crescimento. A proposta é transformar a expansão em uma operação cada vez mais inteligente, previsível e escalável.
No centro dessa nova etapa está uma ambição que vai além da construção de uma empresa: criar um ecossistema capaz de ajudar outras empresas a crescerem.


